YEAR BOOK 1931

No Year Book de 1931 pela primeira vez aparece a doutrina da Trindade.
Foi uma mudança oficiosa em que só 4 administradores decidiram por toda uma igreja com mais de 300 mil membros, na época.
(M. E. Kern, E. R. Palmer, C. H. Watson, F. M. Wilcox)

A doutrina da Trindade só foi
homologada numa assembléia da Conferência Geral em 1980 em Dallas, Texas, com a aprovação em conjunto das 27 doutrinas.

A mudança choca-se de frente com o que Ellen White havia escrito, que nenhum alfinete seria  mudado do que Deus havia estabelecido por seu Espírito Santo. (veja embaixo o texto
MS 62, 1905)

A doutrina da Trindade entrando na Igreja Adventista, é o cumprimento da Apostasia predita pelo Apóstolo Paulo em
II Tessalonicenses 2.  e também, o cumprimento da profecia Ômega de Ellen White.

Há registro de 2 outras ocasiões em que na literatura Adventista apareceu a palavra "Trindade".
Em 1913 um artigo de LM Wilcox (Editor da revista adventista), e anteriormente num folheto que transcrevia o artigo de um jornal de New York, da autoria de Bispo Episcopal.


Clique para ver a pg. 2 do Year Book 1931
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Veja a tradução de Carlos Alberto e Marcelo Gomes
Codó-Maranhão --- Embaixo nessa página.

 

                                 
                                 

                                            



Tradução:


(Título)

Crenças Fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo-dia


(tradução da parte assinalada em vermelho)

       2. Que a divindade, ou Trindade, consiste do Pai Eterno .....o Espírito Santo a terceira Pessoas da divindade.

 

Nota: Em 1931 a Igreja Adventista tinha apenas 314 mil membros.

F. M. WILCOX  consta ter sido quem redigiu essa nova doutrina da Igreja Adventista .


Ellen G. White -   "Quando o homem vier para mudar um alfinete do fundamento que Deus estabeleceu por seu Espírito Santo, permita que os homens de idade que foram os pioneiros no nosso trabalho falem claramente, e permitam aqueles que estão mortos também falem, re-imprimindo os seus artigos em nossas revistas.
Focalize os ráios da divina luz que Deus tem dado, como Ele tem guiado seu povo passo a passo no caminho da verdade. Essa verdade prevalecerá no teste do tempo e da experiência." MS 62, 1905

 

 

YEAR BOOK 1931
Edson Rogers era o homem das estatísticas da Conferência Geral e foi o responsável direto pela publicação da doutrina da Trindade no Year Book de 1931; porém, o articulador era o editor da revista Ministry, LeRoy Froom.
Daniel's aparece como um Presidente da Conferência Geral frouxo, que se deixou levar pelas pressões.

LeRoy Froom conta em seu livro "Movement of Destiny" os seus assédios ao Presidente Daniel's para publicar as doutrinas da igreja no Year Book, sempre com a intenção de que fosse publicada a aceitação da trindade.

Daniel's, antes chegou a dizer que "primeiro era preciso deixar que certas feridas fossem saradas".
Talvez, se referia ao restabelecimento do Estado do Vaticano em 1929 !

Numa outra ocasião Daniel's disse que "era preciso esperar que certas pessoas estivessem fora de ação", possivelmente querendo dizer que deveriam esperam que elas morressem antes.

Na realidade a publicação de 1931 foi apenas um ato administrativo e as doutrinas só poderiam ser mudadas numa assembéia da Conferência Geral, o que só aconteceu em 1980 em Dallas no Texas, sob a articulação de Neil Wilson.

 



 

Modificações dos  "Fundamental Principles" começando no Year Book de 1931 e nas 27 Doutrinas de 1980
 
1. Tiraram a palavra "única" onde diz que "a Bíblia é a fonte de doutrinas".

2. Ao tratar do assunto Espírito de Profecia, até 1931 não mencionava o nome de "Ellen White". 
Igual aos Mormons com Joseph Smith, o "dom de profecia" ficou simbolizado por um nome de pessoa.
Com a expressão "seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade" deram uma posição de igualdade à Bíblia.

3. Até 1912 as Doutrinas Fundamentais diziam que "o Papa é o homem do pecado".  (II Tess 2)  --- Tiraram essa parte fora.

4. Até 1912 dizia que Jesus era da semente de Abraão - Colocaram em 1931 que Jesus foi concebido pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria --- Um enfoque mais Católico na doutrina Adventista.

5. Em 1931 o Year Book apresenta o texto exatamente como exige o Concílio Mundial de Igrejas para admitir um membro naquela organização.

(sem mencionar a inclusão da Trindade do Credo de Constantinopla)

 

 



Se você ler cuidadosamente o capítulo inteiro de II Tessalonisenses 2, vai descobrir que o apóstolo Paulo primeiro admoesta para não mudar

"... não vos movais facilmente do vosso entendimento". 
(verso2)

Significa, que a apostasia consistiria em alguma coisa que iria ser mudada na igreja.

Efaticamente insiste:

"Ninguém de maneira nenhuma vos engane" 
 (verso 3)

"...porque não será assim sem que antes venha a apostasia, ... "  (verso 3)



Do que o apóstolo Paulo estava tratando ?   DA VINDA DE JESUS ! 
 (verso 1)  
(quer dizer: Jesus não voltará antes que venha a apostasia)

Apostasia só pode ser em alguma igreja verdadeira e que não estava apostatada. Portanto, não está falando do ano 300 em que a Igreja Católica introduziu uma série de apostasias na igreja cristã primitiva: Guarda do domingo, adoração de imagens, trindade, etc.

"Pois se levanta contra tudo o que se chama Deus e se adora"  (verso 4)

Essa tem sido a postura da Igreja Católica ao longo dos séculos, tirando a adoração que só pertence a Deus, e oferecendo ao Papa e a todos os seus santos.
A idolatria da Igreja Católica é uma afronta a Deus.

"... de sorte que se assentará como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus."  (verso 4)

O mesmo que dizer: ... se tornaria um deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.
"Templo de Deus" logo antes da vinda de Jesus, não temos dúvida em afirmar que não é o Vaticano.
Sim, ... a Igreja Adventista do Sétimo-dia.
"querendo parecer Deus"  Mais uma vez o apóstolo Paulo enfatiza que seria alguma coisa muito semelhante ao ponto de "parecer Deus".

Nos versos 5 a 7 o apóstolo Paulo revela que já naquele tempo o diabo estava querendo corromper a igreja e estava sendo detido porque o seu tempo não havia chegado.

"... e então será revelado o iníquo a quem o Senhor desfará pelo sopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda." (verso 8)

A seguir, esclarece que nisso será revelado quele que não serve a Deus e quem será destruido. Que é esse o grande ataque de satanás. Está falando de uma mentira que envolveria a igreja verdadeira !

"Então irmãos, estai firmes e retendes as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa."  (verso 15)
 

Mais uma vez o apóstolo Paulo reafirma para "não mudar as tradição".  O mesmo que Ellen White disse, que deveriamos seguir o que foi ensinado pelos Pioneiros da Igreja e não mudar nada.
 



A Profecia do Ômega concorda plenamente com II Tessalonisenses 2

"Before the last developments of the work of apostasy there will be a confusion of faith. There will not be clear and definite ideas concerning the mystery of God. One truth after another will be corrupted.” ST 05-28-94."

Antes das últimos acontecimentos no trabalho da apostasia, haverá uma confusão na fé. Não haverá uma clara e definida idéia concernente ao mistério de Deus. Uma verdade após outra será corrompida.


Ellen White faz uma clara alusão em que consiste o início da apostasia: Não haverá uma clara idéia concernente a Deus. 
A doutrina da Trindade tirou de Deus a posição de Supremo Soberano do Universo, para ser apenas "um dEles" - o livro Evangelismo publicado em 1940, usando Ellen White, diz que Deus só pode contra o diabo com o auxílio do Espírito Santo - um deboche do diabo num livro da igreja.


Afirmar que Jesus é o Deus Eterno, é o mesmo que negar que seja o Filho de Deus.
Equivale negar que tenha morrido pelo homem.



Esse engano final contra a Igreja de Deus aconteceu em 1931 quando eram apenas 314 mil membros em todo o mundo.
 

Ellen White não estava mais viva para protestar e nehum dos Pioneiros.
É para hoje a advertência de Ellen White:  "os Pioneiros devem falar novamente pelo seus escritos."


Alguém pode dizer, que é tão pequena a diferença que Deus não vai fazer questão disso:

Caim não desobedeceu frontalmente o que Deus mandou. Caim ofereceu o sacrifício que lhe foi pedido, apenas introduzindo pequenas modificações ao seu critério e escolha.

A doutrina da trindade é uma distorção da imagem de Deus.
O segundo mandamento da lei de Deus, proibe fazer uma imagem (conceito) diferente daquele ensinado na Bíblia:  HÁ UM SÓ DEUS.
A trindade é uma invenção do Concílio de Constantinopla no final dos anos 300 em que a Igreja Católica mudou o conceito do DEUS ÚNICO.





Pretendendo honrar a Jesus, atribuem-Lhe o título de "Deus Eterno"  criando vários paradoxos.

1. Jesus Deus Eterno nunca poderia morreu numa cruz ! (eterno não morre)

2. Deus Eterno nunca foi o Filho de Deus ! (eterno nunca poderia ser Filho)

3. Deus Eterno não pode ser o advogado entre Deus e os homens !

4.
I Timóteo 6: 16 "Aquele que tem, ele só, a imortalidade e habita na luz inacessível; a quem nenhum dos homens viu nem pode ver; ao qual seja honra, poder sempiterno. Amem."

5.
Jesus se sujeitará ao Pai depois de encerrada a história do pecado: I Corintios 15:28  "Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho, também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou para que Deus seja tudo em todos."

6.
A Bíblia ordena que todo o joelho se dobre perante Jesus "para a gloria de Deus Pai".  (Romanos 14:11 -- Filipenses 2:9-11)  Trata-se de uma honra outorgada pelo Pai.
 

 



Tradução de Carlos Alberto e Marcelo Gomes
Codó-Maranhão



 

CRENÇAS FUNDAMENTAIS

DOS ADVENTISTAS DO SÉTIMO DIA

1931

Os Adventistas do sétimo Dia sustentam certas crenças fundamentais, como principais características, das quais, reúnem um conjunto de referências escriturísticas sobre as quais estão baseadas e podem ser resumidas como segue:

Que as Santas Escrituras do Velho e Novo testamentos foram dadas pela inspiração de Deus, contêm uma auto-suficiente revelação de Sua vontade para o homem, e são a única e infalível regra de fé e prática (2 Tim. 3:15-17);

Que a Divindade, ou Trindade, consiste do Eterno Pai, uma pessoa, um ser espiritual, onipotente, onipresente, onisciente, infinito em bondade e amor; o Senhor Jesus Cristo, o Filho do Eterno Pai, através de quem todas as coisas foram criadas e a salvação das hostes dos redimidos será realizada; o Espírito Santo, a terceira pessoa da Divindade, o grande poder regenerador na obra de redenção (Mateus 28:19);

 

Que Jesus Cristo é verdadeiramente Deus, sendo da mesma essência e natureza como o Eterno Pai. Enquanto ele reteve Sua natureza divina, Ele tomou sobre si a natureza da família humana, viveu sobre a terra como um homem, para dar exemplo em sua vida dos princípios de justiça, provou sua relação para com Deus pelos muitos poderosos milagres, morreu por nossos pecados sobre a cruz, foi ressuscitado da morte, e ascendeu ao Pai, onde vive para interceder por nós (João 1:1, 14; Heb. 2:9-18; 8:1, 2; 4:14-16; 7:25;

Que cada pessoa a fim de obter a salvação, precisa experimentar o novo nascimento; que envolve uma inteira transformação de vida e caráter através do poder recriador de Deus através da fé no Senhor Jesus Cristo (João 3:16; Mateus 18:3; Atos 2:37-39);

 

Que o Batismo é uma ordenança da igreja cristã e dever seguir o arrependimento e perdão dos pecados. Por meio desta observância, é revelada a fé na morte, sepultamento, e ressurreição de Cristo. Que a forma apropriada do batismo é pela imersão (Rom. 6:1-6; Atos 16:30-33);

Que a vontade de Deus com respeito à conduta moral está compreendida em Sua lei dos dez mandamentos; que estes são, os grandes e imutáveis preceitos que estão sobre todos os homens, em todos os tempos (Êxodo 20:1-17);

 

Que o quarto mandamento desta lei imutável requer a observância do sábado do sétimo dia. Esta santa instituição, é ao mesmo tempo um memorial da criação e um sinal de santificação, um sinal de abandono das próprias obras de pecados dos crentes, e sua entrada no descanso da alma que Jesus prometeu para aqueles que vêm a Ele (Gên. 2:1-3; Êxodo 20:8-11; 31: 12-17; Heb. 4:1-10);

Que a lei dos dez mandamentos aponta para o pecado, cuja penalidade é a morte. A lei não pode salvar o transgressor de seus pecados, nem transmitir poder para guardá-lo de pecar. Em infinito amor e graça, Deus provê uma maneira através da qual isto poder ser realizado. Ele forneceu um substituto, Cristo, o único justo, para morrer no lugar do homem, tornando-o "pecado por nós, que não conheceu pecado, a fim de que nós fôssemos feitos justiça de Deus nele" (2 Cor. 5:21). Que alguém é justificado não pela obediência à lei, mas pela graça que está em Cristo Jesus. Pela aceitação de Cristo, o homem é reconciliado com Deus, justificado pelo seu sangue dos pecados do passado, e salvo do poder do pecado por sua habitação no coração. Deste modo, o evangelho se torna "o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê". Esta experiência é realizada pela divina atuação do Espírito Santo, que convence do pecado e conduz para o arrependimento, levando o crente para o novo concerto e relação, onde a lei de Deus é escrita em seus corações, e através do poder capacitador da habitação de Cristo, sua vida é trazida à conformidade com os divinos preceitos. A honra e os méritos desta maravilhosa transformação dependem inteiramente de Cristo (1 João 2:1, 2; Rom. 5:8-10; Gal. 2:20; Ef. 3:17; Heb. 8:8-12).

Que somente Deus possui a imortalidade. O homem mortal possui a natureza pecaminosa e mortal. A imortalidade e a vida eterna vêm somente através do evangelho, e são concedidas como o dom gratuito de Deus por ocasião do segundo advento de Jesus Cristo nosso Senhor (1 Tim. 6:15, 16; 1 Cor. 15: 51-55).

Que a condição do homem na morte é de inconsciência. Que todos os homens, bons e maus semelhantemente, permanecem na sepultura desde a morte até a ressurreição (Eclesiastes 9:5, 6; Sal. 146:3, 4; João 5:28, 29).

Que existirá uma ressurreição de justos e injustos. A ressurreição dos justos terá lugar na segunda vinda de Cristo; a ressurreição dos injustos acontecerá após os mil anos, na finalização do milênio (João 5:28, 29; 1 Tess. 4:13-18; Apoc. 20:5-10).

Que finalmente, o impenitente, incluindo Satanás, o autor do pecado, será, pelo fogo do último dia, reduzido ao estado de não-existência, tornando-se como nunca houvessem existido, assim, limpando o universo de Deus, do pecado e pecadores (Rom. 6:23; Mal. 4:1-3; Apoc. 20:9, 10; Obadias 16).

Que nenhum período profético é apontado na Bíblia para alcançar o segundo advento, senão apenas um, os 2.300 dias de Daniel 8:14, finalizado em 1844, e nos conduz a um evento denominado purificação do santuário.

Que o verdadeiro santuário, do qual o tabernáculo terrestre era uma cópia, é o templo de Deus no Céu, a respeito do qual Paulo fala em Hebreus 8 em diante, e do qual o Senhor Jesus, como nosso sumo-sacerdote, é ministro; e que a obra sacerdotal de nosso Senhor é o antítipo da obra dos sacerdotes judeus da primeira dispensação; que este santuário celestial é o único a ser purificado no final dos 2.300 dias de Dan. 8:14; está sendo purificado, como no tipo, uma obra de julgamento, iniciando com a entrada de Cristo como sumo-sacerdote sobre o julgamento que é a fase de seu ministério no santuário celestial, o qual é tipificado através da purificação do santuário no dia da expiação. Esta obra de julgamento no santuário celestial iniciou em 1844. Sua finalização encerrará a provação humana.

Que Deus, no tempo do julgamento e em acordo com Sua maneira invariável de proceder com a família humana em adverti-la dos eventos vindouros que afetarão seu destino (Amós 3:6, 7), envia uma proclamação da proximidade do segundo advento de Cristo; que este trabalho é simbolizado pelos três anjos de Apocalipse 14, e esta tríplice mensagem apresenta a visão de uma obra de reforma para preparar o povo para o encontro com Ele em sua vinda.

Que o período da purificação do santuário, sincronizando com o período da proclamação da mensagem de Apocalipse 14, é o tempo do juízo investigativo, primeiro com referência aos mortos, e segundo, com referência aos vivos. Este juízo investigativo determina quem das miríades que dormem no pó da terra são os que têm parte na primeira ressurreição, e que estas multidões de viventes são os que tomarão parte na transladação (1 Ped. 4:17, 18; Dan. 7:9, 10; Apoc. 14:6, 7; Lucas 20:35).

Que os seguidores de Cristo, devem ser um povo justo, não adotando os costumes não santificados nem conformando-se aos caminhos iníquos do mundo, não amando esses prazeres pecaminosos nem estimulando estas tolices. Que o crente deve reconhecer seu corpo como o templo do Espírito Santo, e que deve vestir-se com cuidado, modéstia, e aparência digna. Além disso, que ao comer e beber e em sua completa conduta ele deve mostrar em sua vida como tornar-se um seguidor do manso e humilde Mestre. Dessa forma, o crente será levado a abster-se de todas as bebidas intoxicantes, tabaco, e outros narcóticos, e evitar que através de habito e prática todo o corpo e alma sejam contaminados (1 Cor. 3:16, 17; 9:25; 10:31; 1 Tim. 2:9, 10; 1 João 2:6).

Que o divino princípio dos dízimos e ofertas para sustento do evangelho é um reconhecimento da posse de Deus sobre nossas vidas, e que somos dirigidos a prestar contas a Ele de tudo aquilo que nos deu para nossa possessão (Lev. 27:30; Mal. 3:8-12; Mat. 23:23; 1 Cor. 9:9-14; 2 Cor. 9:6-15).

Que Deus colocou em Sua igreja os dons do Espírito Santo, como enumerados em 1 Coríntios 12 e Efésios 4. Que esses dons trabalham em harmonia com os divinos princípios, da Bíblia, e são concedidos para o aperfeiçoamento dos santos, a obra do ministério, a edificação do corpo de Cristo (Apoc. 12:17; 19:10; 1 Cor. 1:5-7).

Que a segunda vinda de Cristo é a grande esperança da igreja, o grande clímax do evangelho e do plano da salvação. Sua vinda será literal, pessoal e visível. Muitos eventos importantes estarão associados com Seu retorno, como a ressurreição dos mortos, a destruição dos ímpios, a purificação da terra, a recompensa dos justos, o estabelecimento do Seu reino eterno. O quase completo cumprimento de várias profecias, particularmente aquelas encontradas nos livros de Daniel e Apocalipse, com as condições materiais, sociais, industriais, políticas e religiosa existentes no mundo, indicam que o retorno de Cristo "está próximo, às portas". O exato momento destes eventos não foi predito. Os crentes são exortados a prepararem-se para "o momento em que não esperam, pois, o Filho do homem" será revelado (Lucas 21: 25-27; 17:25-30; João 14:1-3; Atos 1:9-11; Apoc. 1:7; Heb. 9:28; Tiago 5:1-8; Joel 3:9-16; 2 Tim. 3:1-5; Dan. 7:27; Mat. 24:36, 44).

Que o reino milenar de Cristo, compreende o período entre a primeira e a segunda ressurreição, durante esse tempo os santos de todas eras viverão com seu bendito Redentor no Céu. No fim do milênio, a cidade santa com todos os santos descerá para a terra. Os ímpios, ressuscitados na segunda ressurreição, andarão sobre toda a terra com Satanás seu líder para tomar o acampamento dos santos, quando descerá fogo do Céu, vindo de Deus, e os devorará. Na grande destruição em que Satanás e seus anjos serão consumidos, a própria terra será regenerada e purificada dos efeitos da maldição. Deste modo o universo de Deus será purificado da vil mancha do pecado (Apoc. 20; Zac. 14: 1-4; 2 Ped. 3:7-10).

Que Deus fará novas todas as coisas. A terra, restaurada à sua beleza original, será transformada para sempre na morada dos santos do Senhor. A promessa feita a Abraão, que através de Cristo ele e sua semente possuiriam toda a terra pelas eras infinitas da eternidade, será cumprida. O reinado, domínio e grandeza do reino debaixo de todo o céu serão dados ao povo dos santos do Altíssimo e este reino é um reino eterno e todos os domínios O servirão e obedecerão. Cristo, o Senhor, reinará supremo e toda criatura que está no céu e sobre a terra e debaixo da terra, e que estão nos mares prestará louvor, honra e glória e poder Àquele que está assentado sobre o trono, e ao Cordeiro sempre e eternamente (Gên. 13: 14-17; Rom. 4:13; Heb. 11: 8-16; Mat. 5:5; Isa. 35; Apoc. 21: 1-7; Dan. 7:27; Apoc. 5:13).