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Considerações gerais e
conclusões:

(essa cópia foi tirada do "White Lie" de Walter Rea
por estar sublinhada as sentenças que foram copiadas do livro original)
| Considerações gerais: No folheto da Conferência Geral "The Truth About the White Lie" na Nota 26 oferece como prova um folheto de Ron Graybill: "Did the Great Controversy Contain stolen ilustrations? Fomos buscar nele algum elemento que pudesse esclarecer as questões, mas o folheto não contem mais do que generalidades, sem exibir nenhuma prova da alegada aquisição do editor inglês. A "suposta correspondência de compra" levanta suspeitas. O diálogo estabelecido na correspondência entre o filho de Ellen White e o editor inglês, (ou agentes) procura fazer crer que os direitos de cópia do livro também estavam em negociação. (não somente da gravura) Como pode ser visto nas partes sublinhadas, (veja cópia acima) cerca de 70% da página ao lado da gravura também foi copiado do livro inglês. Seria espalhafatoso imaginar que a compra dos direitos, permitiu Ellen White "pinçar" as frases que bem lhe interessou copiar ! Se Ellen White copiou as palavras, por que não teria copiado também a gravura? Pregunta-se: Foi essa a única vez que Ellen White copiou material de terceiros? Ou, era uma prática usual? Surgem outras perguntas constrangedoras: A mudança do nome do artista, mesmo tendo adquirido a obra, constituiria um fato muito estranho e incomum. Conclusões: 1. A matriz pretensamente adquirida, não foi usada na impressão do livro de EGW. As imagens do livro original de J.A.Wylie, e do O Grande Conflito são de tamanhos diferentes - As gravuras teriam que ser exatamente do mesmo tamanho e isso é definitivo para afirmar que a matriz adquirida não foi utilizada na impressão do O Grande Conflito. (primeira impressão de 1876/77) 2. Nessa primeira impressão do O Grande Conflito, foi usada uma cópia já obtida por processo fotográfico. Houve anexações na extremidade superior e na extremidade inferior, o que justifica a imagem não ter mantido as mesmas proporções. Essas anexações são evidentes pelas dimensões logo acima e abaixo das imagens; mudança do nome do artista e pelas linhas formadas pelo corte da retícula, logo acima da cabeça do homem apresentador do livro. 3. Menos de 2 anos depois de uma custosa aquisição na Inglaterra, as novas edições apresentaram outra gravura, tendo sido descartada a gravura original. O fato de anunciarem que a gravura foi feita "expressamente" para o livro, constitue um fato não convencional e denunciador; demonstra uma reação a um problema havido. Todos os fatos relacionados com o incidente apontam para uma operação fraudulenta. Embora não se possa negar a responsabilidade de Ellen White no episódio, o aspecto mais grave da questão é a história cheia de filigranas, aparentemente inventada ! Não estamos afastando a hipóteses de ter havido alguma transação comercial com essa firma inglêsa, referente a compra ou impressão de outros livros. Estamos opinando exclusivamente sobre esse caso específico da gravura, cheio de lances inexplicáveis. Terem descartado a matriz já na primeira impressão e a troca da gravura em tão pouco tempo, após uma longa e difícil negociação, mostra que na realidade a gravura teria sido "pirateada" e a mudança se deveu aos protextos e críticas naquela ocasião. A inscrição na nova gravura: "Gravada expressamente para O Grande Conflito" revela ter havido um caso anterior e alí estavam procurando sanar uma situação. Os fatos que cercam essa "misteriosa compra" são tão veementes e denunciadores, que não bastaria à Conferência Geral mostrar "xerox de xerox" para recompor a sua credibilidade; os originais deveriam ser exibidos e periciados por entidade independente e de notória reputação. Se esses documentos sobre a negociação de fato existirem, a administração estaria perdendo um precioso tempo em defender a sua honra. Havia até esquecido que o folheto da Conferência Geral "The truth about the White Lie" (mostrado na página anterior) afirma que essa documentação relativa à compra, foi destruida num incêndio de 1906. Ennis Meier
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